quinta-feira, 11 de julho de 2019
Olá meus amados, espero encontrá-los na mais plena felicidade, se é que existe plena felicidade nessa dimensão. Mas voltando ao assunto intelectivo resolvi registrar neste site mais um de meus poemas e o ofereço a todos vocês. Segue abaixo o tal poema:
REFLEXÃO CAÓTICA
Na estrada noturna
dos pesadelos da minha alma,
surgem tantas criaturas,
pavorosos fantasmas...
Alguns de formas medonhas,
outros atochados na grama,
devorando a si mesmos;
cobertos de mortalha.
E rompe-se a linha do tempo,
nas entranhas da dimensão;
enquanto na palma da mão,
escorrem meus pensamentos...
Que posso fazer de mim mesmo
se nem mesmo sou o que procuro?
Minhas dúvidas são retrocessos,
que condenam meu futuro.
Toda a cidade vem a baixo,
na convulsão dos meus neurônios,
meu coração quase sabe,
que tudo não passa de sonhos.
Olha galera venho já há um bom tempo usando o pseudônimo de Júlio Dalvorine, portanto minhas postagens quase sempre vem nesse nome. Abraços!
REFLEXÃO CAÓTICA
Na estrada noturna
dos pesadelos da minha alma,
surgem tantas criaturas,
pavorosos fantasmas...
Alguns de formas medonhas,
outros atochados na grama,
devorando a si mesmos;
cobertos de mortalha.
E rompe-se a linha do tempo,
nas entranhas da dimensão;
enquanto na palma da mão,
escorrem meus pensamentos...
Que posso fazer de mim mesmo
se nem mesmo sou o que procuro?
Minhas dúvidas são retrocessos,
que condenam meu futuro.
Toda a cidade vem a baixo,
na convulsão dos meus neurônios,
meu coração quase sabe,
que tudo não passa de sonhos.
Olha galera venho já há um bom tempo usando o pseudônimo de Júlio Dalvorine, portanto minhas postagens quase sempre vem nesse nome. Abraços!
quarta-feira, 10 de julho de 2019
sexta-feira, 28 de junho de 2019
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